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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Amizade



"Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará".

Albert Einstein

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ano de 2011



Já lá vão 12 dias do novo ano e tenho a dizer que têm sido 12 dias bastante intensos, cheios de emoções fortes: alegria, tristeza, diversão, tédio, ilusão, desilusão, ânimo, desânimo... Tudo a que tenho direito na vida, mas até agora, vivido em apenas 12 dias. Tem estado tudo bem doseado e equilibrado e espero que se mantenha assim. Cheira-me que vai ser um ano bastante enriquecido em emoções.
Chegou o novo ano e com ele os nossos novos planos para a vida. É curioso como dependemos desta passagem, para resolver e esquecer os problemas anteriores e para arranjármos novos projectos de vida. Ainda bem que isto acontece e que podemos renovar os nossos projectos de 12 em 12 meses. Mas não é tão fácil como parece, né? Afinal de contas, tudo continua igual. Pois é...mas pode ser um incentivo para a mudança e ainda bem que é.
Para este novo ano, não tenho grandes planos. Os habituais...as férias e as viagens. Os concertos e os festivais. Os momentos de lazer com os amigos, que espero que sejam muitos...
No trabalho, parece que é este ano que mudámos de hospital e que vamos para o novo Hospital Pediátrico de Coimbra. Finalmente...Mas eu só acredito vendo. As tropas parecem estar a mobilizar-se. Ao que parece é já no final deste mês. Vamos ver...
Mudar de serviço, que era algo que desejava muito, não é para já. Até lá, vou aguardando.
Quanto à saúde, espero que ela se mantenha firme que nem um aço. Para isso, vou-me manter no ginásio, a cuidar do corpo e da mente.
Quanto ao amor, esse não quer nada comigo. Vou aguardando pacientemente...
Conclusão, espero que seja um ano cheio de aventuras e loucuras saudáveis.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

When I'm with you

Excelente video-clip com música e letra bastante feliz

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Interrogações da vida



Existem coisas não vida, que por mais que eu tente perceber não consigo. Às vezes até acho que gasto demasiado tempo a pensar nelas e a tentar decifrá-las. Existem tantas coisas que eu gostava de saber na vida, mas uma das minhas interrogações neste momento é esta:
Será que vou ou devo conseguir tudo o que quero na vida? Mesmo aquela coisa que quero muito e pelo qual luto para a conseguir?
Deparo-me a querer e a lutar muito por uma coisa mas por mais que eu lute não a consigo ter. Quando parece que está no bom caminho e estou quase a conseguir alcançá-la, ZÁS... acontece qualquer coisa que corre mal e que me impede de a ter! Bolas, isto às vezes cansa!!
E depois começo a questionar-me:
Será que não está destinado eu tê-la? Eu sei que por mais que eu não concorde, tudo é o que tem de ser. Mas, será que devo desistir de lutar por ela porque não está destinada por mim, ou será que não devo desistir e lutar por ela na mesma?
Como eu gostaria de ter a resposta a todas estas questões! Isto são tudo interrogações com que me deparo há já algum tempo. E continuo sem perceber nada de nada e sem conseguir responder às minhas próprias questões. Por vezes, sinto-me paralisada sem saber o que fazer, mas depois o coração fala mais que a razão ou vice-versa e lá consigo tomar um rumo. Mas, sempre na incerteza...

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Novembro Cultural

Afinal, existe cultura em Coimbra e Novembro é o mês quando tudo acontece. Sem dúvida que está a ser um mês bastante enriquecido culturalmente.
No início do mês, como em anos anteriores, ocorreu o 11º Festival do Cinema Francês. Já começa a ser um ritual em Coimbra, e eu faço questão de particpar, pois é sempre uma agradável surpresa, onde são exibidos filmes muito interessantes e enigmáticos que gosto bastante.


Terminou o festival e nada melhor que assistir a um grande concerto no Teatrão -"Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras". Que belo espectáculo! Que dupla genial e maravilhosa. Desta vez vieram acompanhados pela orquestra o que ainda tornou as coisas mais deliciosas. Sem dúvida que as músicas tocadas remetem-nos para bandas sonoras de filmes imaginários. O concerto foi espectacular, onde todo o ambiente envolvente e a sonoridade transmitem-nos uma força e intensidade imensa. Foi uma noite notável e inesquecível!


Agora, segue-se o Festival dos Caminhos do Cinema Português, que também promete ser um sucesso, pois o programa é bastante interessante que, para além da selecção oficial, inclui workshops, secção de Ensaios Visuais, caminhos do cinema europeu, sessões de Caminhos Júniores e after-parties. Estou a contar assistir a algumas sessões, pois aqui está mais uma oportunidade preciosa para assistir a alguns filmes raros em tela.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Repúblicas


Domingo terminou a peça que esteve em cena durante 1 mês no Teatrão que foi a peça as "Repúblicas". Digamos que foi um espectáculo delicioso onde me diverti imenso.
Na peça, além de se falar da República e dos seus cem anos, também se fala das repúblicas (casas de estudantes) de Coimbra.
Compara-se as Repúblicas - essas Repúblicas dos Pequenitos que, como a República dos grandes, acordam ao meio-dia, de ressaca, cheias de dívidas "aos sociais" e de grandes dramas acerca do que é feito daquilo que íamos ser (tudo porque, enfim, poucas coisas nestes cem anos correram como deviam ter corrido, e ainda por cima acabou o gás).
Tudo se passa na Real República do Deuz-Darah onde o objectivo das residentes é chegar a uma forma/projecto de conseguir dinheiro para comemorar o centenário da sua República. Instala-se a confusão, e por fim elas decidem protestar de forma convicta e destemida e decidem sair à rua, raptar todas as estátuas, placas e monumentos alusivos à implantação da República e substituí-los por símbolos vivos, que são elas mesmas. E assim conseguem o indispensável subsídio para festejar o seu e não o centenário republicano.
Foi sem dúvida um espectáculo fantástico, hilariante pela sua metáfora, onde esteve patente a ironia, a crítica e a democracia. Valeu a pena. E é claro, que a presença da minha grande amiga no elenco, também ajudou a tornar tudo muito mais aprazível. Obrigada Mimi!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Chuva

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade