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terça-feira, 29 de março de 2022

Viagem da Esperança



Um grupo de pessoas, imbuído do espirito solidário que a todos habita, neste momento de dor e incredibilidade perante a guerra, resolveu levar um autocarro de Coimbra até à fronteira da Polónia com a Ucrânia, para resgatar deslocados e trazê-los para Portugal, em segurança.

Em articulação com a JRS -Serviço de Jesuítas aos Refugiados, este grupo de pessoas assegurou o alojamento das pessoas e contaram com ajuda de várias pessoas e vários apoios através de donativos e recolha de bens.

No dia 26 de março 44 pessoas chegaram a Coimbra, rumo a uma nova casa. 

Foi neste ambiente de solidariedade que me vi envolvida no acolhimento deste grupo de recém-chegados. Juntamente com alguns médicos e enfermeiros, formámos uma equipa de profissionais de saúde responsáveis pela monitorização do estado de saúde destas pessoas. No meu caso, em particular, as crianças, que eram em maior número.

Foi assim que passei 2 dias, a colaborar nesta missão da melhor forma que sei, a cuidar. A língua é sem dúvida uma barreira difícil de ultrapassar mas tinhamos tradutores que nos auxiliaram. 

Foi um pequeno contributo que dei mas que me encheu a alma, por poder ajudar estes ucranianos que fogem das atrocidades da guerra. E a recompensa final, é sem duvida a gratidão espelhada nos sorrisos de todos.

Obrigada por esta oportunidade de participar em mais uma missão de vida.

domingo, 6 de março de 2022

Ucrânia Em Tempos de Guerra

O inimaginável aconteceu...a Rússia decidiu invadir a Ucrânia a 24 de Fevereiro, provocando mortes, sofrimento e um êxodo enorme apenas visto na 2a Guerra Mundial.

Enquanto cidadã do mundo não consigo ficar indiferente à escalada dos combates e ao sofrimento de um povo que preza a sua liberdade.

Os apelos de ajuda a este povo têm sido muitos e o mundo inteiro tem respondido. Tem havido campanhas, de âmbito nacional, de recolha de bens para apoiar o povo ucraniano. Os bens recolhidos são entregues aos refugiados que se encontram na Polónia e na Roménia e à população ucraniana que permanece no país.

Assistir diariamente ao rasto devastador com que a Rússia atinge a Ucrânia e ver a angústia nos olhos do povo ucraniano é muito penoso, revoltante e angustiante. Faz me sentir muito impotente...

 

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Las Médulas



Visitar Las Médulas em Espanha, andava já há algum tempo nos meus planos. Sabem quando veem a fotografia de um local e ele não vos sai da cabeça, e começam logo a magicar a melhor forma de lá ir? Foi o que me aconteceu.

Assim que vi que a Borealis estava a organizar uma viagem até lá, inscrevi-me no evento. 

Foi 1 dia inteiro de viagem, com saída do Porto às 6h da manhã e regresso no mesmo dia por volta das 23h. Foi realmente um dia em cheio!

Chegámos ao nosso destino por volta das 12h (hora local) e iniciámos a nossa caminhada na povoação Las Médulas. 

Trata-se de um trilho circular com cerca de 12 km de extensão. É possível visitar este espaço gratuitamente.

Estes pináculos alaranjados que sobressaem na paisagem são obra da mão humana, pois resultaram da exploração de ouro pelos romanos, através da técnica ancestral “Ruina Montium“, dando assim origem a uma paisagem única, de tal forma, que a UNESCO a considera Património da Humanidade.

Basicamente, a técnica consistia na destruição das montanhas com água, através de canais construídos para o efeito e, após a explosão, os destroços eram lavados onde era finalmente peneirado o ouro. 

Resultando assim, esta paisagem única onde ao longo do percurso, somos surpreendidos com vários pináculos alaranjados rodeados pelas árvores.

O trilho tem uma dificuldade média, com algumas subidas exigentes, num terreno um pouco resvaladiço e coberto por pedras soltas. Mas vale bem a pena o esforço.

A meio do percurso chegámos ao Mirador de Orellán, local onde se conseguem tirar as fotos mais belas de Las Médulas e onde conseguimos perceber a sua grandiosidade.

Logo de seguida, iniciámos uma descida por um bosque de carvalhos milenares, que mais parece um bosque encantado.

Quase a chegar ao fim, chegámos à Senda da las Valiñas, que é igualmente uma das partes mais belas do trilho. Aqui visitámos 2 grutas - La Cuevona e La Encantada - onde se fazia a exploração do ouro no seu interior.

E regressámos finalmente à povoação Las Médulas, um pouco exaustos mas felizes e encantados com tudo o que vimos. É sem dúvida um local especial, pois trata-se de um espetáculo natural entre a obra do Homem e da Natureza.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Natal em Lisboa

O Natal para mim é possivelmente o período do ano mais especial. O espirito que se vive nesta altura é único e as luzes e os enfeites de natal ajudam a torná-la numa época mágica.

Viver o natal em qualquer sítio do país é especial, mas as festividades natalícias na nossa capital são levadas a um nível mais elevado. Ano após ano os governantes têm investido em atividades e decorações cada vez mais elaboradas e magnificas. E daí nasceu a minha vontade em conjunto com umas amigas, para irmos passar uns dias à capital para poder vivenciar todo este ambiente natalício. 

As atrações temáticas são imensas, desde mercados de natal espalhados pela cidade, como a iluminação de Natal nas principais ruas do centro, que por si só já é uma atração, dando especial destaque à árvore de Natal do Terreiro do Paço. 

Outra atração é o Wonderland Lisboa, situado no parque Eduardo VII e que tem várias atrações, como uma pista de gelo, bancas de artesanato e de outros produtos, bancas de comida e uma roda gigante. 

Claro que aproveitamos para comer aqui e em andar na roda. De lá de cima, tem-se uma vista privilegiada do parque Eduardo VII assim como do Marquês Pombal e da Avenida da Liberdade.

Visitámos também o Mercado de Natal do Rossio, mas o que foi mesmo especial foi caminhar pelas várias ruas e apreciar as luzes, as montras enquanto se ouviam as músicas de natal e se comiam umas castanhas. As ruas estavam apinhadas de gente a fazer o mesmo que nós.

Sem dúvida que nesta época do Natal, a cidade de Lisboa torna-se ainda mais vibrante e encantadora. Foram uns belos passeios natalícios.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Comboio Histórico do Douro



O Comboio Histórico do Douro é considerado um dos passeios de comboio mais bonitos de Portugal e por este motivo é algo obrigatório a fazer. Aproveitamos para marcar fim-de-semana no Douro e realizar este passeio.

A viagem começa na estação de Peso da Régua e funciona de Junho a Outubro.

Logo à nossa chegada espera-nos uma antiga locomotiva a vapor 0186, construída em 1925 pela Henschel & Sohn, uma empresa Alemã. Esta locomotiva foi uma de dez locomotivas que chegaram a Portugal nos anos 1924-25 como parte do pagamento da dívida da Alemanha causada pela Primeira Guerra Mundial.

Constituída por 5 carruagens de madeira estas têm pormenores encantadores e super-românticos (janelas, puxadores...) o que as torna uma verdadeira preciosidade.

No inicio da viagem, um grupo de folclore anima os turistas e é nos oferecido um copo de Vinho do Porto, aumentando o nosso entusiasmo pela viagem.

À hora designada, o Comboio sai com fumarolas e apitos estridentes, sempre a par do majestoso rio Douro. Temos a sorte de ir junto à janela do lado onde corre o Douro, o que quer dizer que temos a melhor paisagem garantida durante todo o percurso. A nossa carruagem vai quase cheia e na sequência da pandemia, é obrigatório o uso de máscara e o distanciamento social.

Pouco tempo depois fazemos uma breve paragem no Pinhão e seguimos viagem. Estava um dia de sol maravilhoso e as cores das vinhas e do rio tornaram-se mais vivas e deslumbrantes. A quantidade de quintas de vinho espalhadas pelas encostas do Douro, faz-nos perceber a grande imponência do Alto Douro Vinhateiro. É sem duvida, uma paisagem de cortar a respiração.

De vez em quando a locomotiva apita, exaltando os ânimos e fazendo-nos recuar no tempo.

A viagem para cada lado demora cerca de 80 minutos e o passeio termina no Tua, onde fazemos uma paragem de cerca de meia hora antes do regresso à Régua.

A estação do Tua é cheio de encanto, pois parece que parou no tempo. Aqui aproveitamos para visitar o Centro Interpretativo do Vale do Tua, instalado nos dois antigos armazéns ferroviários que estavam desocupados na estação e que conta a história da linha.

No caminho de regresso ao Peso da Régua fazemos nova paragem no Pinhão e aproveitamos para ver os famosos azulejos.

Regressamos à Régua completamente embevecidos e deslumbrados. É sem dúvida uma viagem mágica de 30 quilómetros e que vale a pena fazer.

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Ronda e o Caminito del Rey


Juro que não fiz de propósito, mas parece que todos os meus últimos caminhos foram dar à Andalucia.

Andava há muito tempo a planear fazer o Caminito del Rey, em Espanha e desta vez surgiu a oportunidade de me juntar a um grupo de caminhada - Wildest e de fazê-lo.

E assim, passado cerca de 1 mês, eu e a minha irmã voltamos a Andalucia e a Ronda , desta vez, propositadamente para fazer o Caminito del Rey.

Começamos o fim-de-semana em Sevilha, a capital da região. Um dia é manifestamente pouco tempo para conhecer a cidade e como já a conhecíamos desta vez focamo-nos em conhecer a sua catedral. Esta é a maior de Espanha e a 3ª maior do mundo.
Subimos a Torre da Giralda que outrora foi um minarete e cujas vistas sobre a cidade compensam o esforço.
De seguida, visitámos a Catedral que é absolutamente magnânima, com destaque para o seu altar-mor e cheia de recantos e de história, pois esta foi a última morada do famoso navegador Cristóvão Colombo.

Depois de almoço seguimos para a cidade de Ronda, que também já conhecíamos da nossa última visita à região. Andámos a pé pela cidade e desta vez fomos ver a Ponte Nova, mas desta vez, observá-la de cima.

No dia seguinte seguimos cedo para o Caminito del Rey, em Ardales. Este caminho é um trilho construído pelos antigos trabalhadores das barragens no desfiladeiro de Gaitanes, em El Chorro. Foi construído no inicio do séc. XX e servia de acesso aos trabalhadores durante a construção da barragem. Depois de criado o caminho, um dos engenheiros resolveu levar os amigos a visitá-lo e com o crescimento das visitas o desfiladeiro começou a tornar-se cada vez mais popular. O rei atravessou-o para inaugurar as barragens e passou a ser conhecido como o Caminito del Rey.

Nos anos 90, o caminho foi alvo de várias visitas de exploradores mais aventureiros. No entanto, nessa altura ocorreram vários incidentes mortais, pois o caminho encontrava-se em mau estado. Foi considerado o percurso pedestre mais perigoso do mundo e foi encerrado durante 15 anos.

Em 2015 foi reaberto ao público, totalmente remodelado e com condições de segurança. Hoje é conhecido como um dos locais mais incríveis para se conhecer.

O trilho é um percurso linear de apenas 1 sentido, com 8km no total em que 3km são feitos em passadiços de madeira e 5km em trilho de terra pelo bosque, com dificuldade reduzida.

O percurso percorre o canhão do fluvial do rio Gaitanes que proporciona paisagens magnificas e de tirar a respiração. A dimensão do desfiladeiro é avassalador! Tudo no percurso é intenso e cativante, mas a parte final do trilho foi sem dúvida a mais surpreendente e mais desafiante. Demoramos cerca de 3h a percorrer o trilho, sempre a fotografar as paisagens incríveis das rochas e do desfiladeiro.

Valeu muito a pena a viagem só por causa deste trilho. Andalucia é sem duvida uma região com muito para oferecer.

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

De carro por Andaluzia



Pela proximidade a Portugal e por ser uma região com sol, calor (que escasseou este verão) e cheia de interesse cultural, decidi explorar Andaluzia de carro em 4 dias. Foi um pouco cansativo pela dimensão da região, pois passámos horas e horas ao volante a conduzir, com estradas infindáveis, mas valeu a pena.

O primeiro dia foi praticamente passado quase todo em viagem de Portugal para Espanha. Atravessámos a fronteira e fizemos uma breve paragem em Olivença. Fomos à procura de Portugal em Espanha. A passagem foi muito breve mas deu para reconhecer alguns sinais da antiga vila portuguesa. 

Depois de longos e longos quilómetros chegámos a Córdoba de noite, perto das 24h. Rapidamente encontramos o hotel onde iriamos pernoitar - Patios del Orfebre, que está muito bem localizado. Fomos logo dormir e deixamos as visitas para o dia seguinte.

O dia seguinte foi para visitar Córdoba e o seu centro histórico que foi declarado Património Mundial pela UNESCO. Córdoba foi um dos últimos redutos do islamismo na Europa e na Península Ibérica. Como prova disso é a Grande Mesquita-Catedral que foi a nossa primeira visita do dia. Este monumento lindíssimo representa bem a fusão entre a cultura islâmica e cristã.

Lá dentro, a primeira coisa que me impressionou foi a dimensão do edifício, pois esta foi em tempos, uma das maiores mesquitas do mundo. Os seus belos arcos vermelhos e brancos dispersos por todo o espaço, são de uma beleza ímpar! A sumptuosidade do templo católico, inserido no meio dos motivos islâmicos, torna este espaço igualmente único. Tudo é grandioso, belo e surpreendente! É sem dúvida um lugar a não perder. Aqui passámos 1h a visitá-la, a fotografá-la e a contemplar todo o espaço.

Outra coisa imperdível na cidade é perdermo-nos a pé entre as ruas e ruelas. Todas as ruas são estreitas e bem cuidadas, formando um alegre labirinto. Imperdível! 
Andamos perdidas pelas ruas do centro histórico, passamos a ponte romana e andamos pelo bairro judeu.

Ao final da tarde, pegámos no carro e seguimos viagem para Granada. Em apenas 1 dia não tivemos tempo de conhecer todos os recantos cordobeses mas, deu para visitar alguns dos pontos mais emblemáticos da cidade.

Chegámos a Granada ao fim da tarde, mas ainda de dia. Aqui encontramos facilmente o hotel e deixamos o carro num parque de estacionamento a pagar mas que estava incluído no preço do alojamento.

Granada é uma cidade monumental, com muito para visitar. Optámos por ficar 2 noites e ficámos alojadas num hotel também muito bem localizado - Hotel Boutique Las Almenas.

No primeiro dia decidimos visitar o Alhambra, cujos bilhetes compramos com antecedência no site oficial: tickets.alhambra-patronato.es, pois é um dos monumentos mais visitados em Espanha e tem limite de número de visitas por dia.

Granada foi a última cidade da Península Ibérica a ser reconquistada pelos reis católicos. A herança moura é, pois, omnipresente, tendo o seu expoente máximo no Alhambra, mandado construir como fortaleza e palácio real pelos reis da dinastia Nazarí.

Visitar os Palácios Nasridas (ou Nazaríes, no original em espanhol) é uma experiência incrível. Tudo é um encanto. Desde os pormenores decorativos de inspiração mourisca e as janelas com arabescos; o Pátio dos Leões; o arrojado Palácio de Carlos V; e todas as salas monumentais assim como os pequenos recantos. Faltam palavras para descrever tamanha riqueza arquitetónica e decorativa.

Só tive pena de não ter conseguido ir visitar a villa de Generalife e os seus extensos jardins mas já não tínhamos forças. A extensão do Alhambra é enorme e caminhar sob aquele sol escaldante é muito exigente pelo que nos faltaram forças para visitar essa parte do complexo.

Seja como for, e apesar do calor insuportável, o Alhambra é mesmo de visita obrigatória.

Em Granada, fomos visitar ainda a sua Catedral cujo esplendor rivaliza com a grandeza muçulmana. Esta foi mandada construir de forma a mostrar ao mundo que a conquista da cidade de Granada aos mouros tinha sido total. 

Fica localizada no coração histórico da cidade e é outra das visitas tidas como obrigatórias, assim como a Capela Real.

Aproveitamos para visitar a Catedral ainda no período da manhã, um pouco antes da celebração da missa, pois era Domingo e estava aberta ao publico.

A Capela Real visitámos durante a tarde, após a visita ao Alhambra. Esta fica ao lado da Catedral, mas é uma visita separada. Foi construída durante o século XV para servir como local de sepultura dos monarcas espanhóis.

Fizemos a visita com guias de áudio e lá dentro, visitamos o museu, os túmulos dos reis católicos e a cripta onde estão os restos mortais do rei Fernando de Aragão e da rainha Isabella de Castela, juntamente com os corpos da rainha Joana I, Filipe I e Príncipe Miguel de La Paz.

No final da visita andámos a vaguear um pouco pelas ruas do centro histórico e encontrámos o mercado de Alcaiceria, que nos leva a entrar num outro mundo. Num ápice somos transportados para ruelas estreitas de um souk num mundo árabe, cheio de lojas de artesanato e souvenirs.

Ao fim da tarde apanhamos um minibus para Albaicín e assistimos ao pôr-do-sol sobre o Alhambra do Miradouro San Nicolás. Daqui a vista sobre o Alhambra e da Serra Nevada é incrível. Um verdadeiro cartão-postal.
De seguida, perdemo-nos pelas ruas do bairro e fomos descendo a pé até o centro de Granada.

Dia seguinte, tomámos o pequeno-almoço e saímos de Granada em direção a Málaga.
Desta vez o objetivo é fazer um pouco de praia, aproveitar o sol e o calor e descansar. Decidimos ficar alojadas nos arredores de Málaga, numa pequena vila chamada Colmenar, onde o alojamento era mais barato. 

Da parte da tarde, fizemos praia em Torremolinos com direito a mergulho no mar mediterrâneo. E que bem que soube!!

Último dia e decidimos ir à descoberta dos "Pueblos Blancos" da Andaluzia, que são pequenos povoados fortificados que resultaram da necessidade dos povos se defenderem em colinas na Andaluzia. Existe toda uma rota mas nós só conseguimos visitar Setenil de Las Bodegas, que é uma vila construída entre cavernas e rocha.

Na vinda para Portugal fizemos uma passagem rápida por Ronda que atrai muitos turistas, pois é uma cidade construída em cima de um promontório rochoso. Paragem de 1h para tirar fotografia rápida da ponte mas que nos deu vontade de voltar para visitar. 

O resto do dia foi passado ao volante, no regresso a Portugal - Leiria.

Viajar pela Andaluzia vale muito a pena, pois é realmente espantoso o legado que os mouros deixaram na região. 
Viajar pela Andaluzia em Agosto é uma loucura, pois o calor é extremo.